domingo, 8 de janeiro de 2012

Materia do jornal folha de SP sobre método Halliwick


De longe, parece uma sessão tradicional de fisioterapia na água. Mas as músicas cantadas pelos alunos, os jogos e exercícios indicam que se trata de algo diferente.
A aula é do método Halliwick, cuja meta não é só a reabilitação física, mas também autoconfiança e independência na água. É indicada para portadores de qualquer deficiência, como paraplégicos, pessoas com síndrome de Down ou que sofreram derrame.

Lalo de Almeida/Folhapress
Método Halliwick tem como meta não só a reabilitação física, mas autoconfiança e independência do paciente


Neste mês, o projeto de Halliwick na unidade Lapa da Rede Lucy Montoro, ligada à Faculdade de Medicina da USP, ganhou o prêmio Ações Inclusivas para Pessoas com Deficiência da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
O método surgiu na Inglaterra na década de 1950. Seu criador, o engenheiro James McMillan, usou conhecimentos de hidrostática e hidrodinâmica para a reabilitação de mulheres com deficiência que moravam numa instituição chamada Halliwick.
Na hidroterapia "clássica", a sessão é individual e o fisioterapeuta treina a execução de movimentos específicos.
"O Halliwick é uma atividade aquática funcional que treina diversas habilidades e as funções cognitiva e social", diz o fisioterapeuta Mauricio Koprowski Garcia, presidente da Associação Brasil Halliwick.


COMO FUNCIONA


Os alunos são divididos em três níveis, de acordo com suas habilidades. No primeiro deles, vermelho, o enfoque está na adaptação. No amarelo, os alunos fazem treinos para jogar o corpo para a frente e para trás, de um lado para outro e fazer rotações.
Na última etapa a gama de movimentos aumenta, para que o aluno não precise mais do contato com o instrutor e tenha independência.
"Os nadadores ganham a sensação de 'eu posso'. A longo prazo, o aluno tem melhora no andar e no sono e sente menos dor", diz Garcia.
Marcos de Oliveira Almendro, 50, está há quase um ano no projeto. Ele sofreu um acidente de moto em 2007 e teve paralisia no lado esquerdo do corpo. "Saio relaxado e vejo melhora também fora da água. Estou conseguindo nadar quase como antes."


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tratamento de AVC com célula-tronco tem êxito em testes preliminares!


Os primeiros testes clínicos de uma técnica que usa células-tronco para tratar pacientes que sofreram derrames cerebrais entrarão em sua segunda fase após serem autorizados oficialmente no Reino Unido.
Uma avaliação feita por um órgão independente concluiu que a primeira fase de testes --em que células-tronco foram injetadas nos cérebros de três pacientes em um hospital de Glasgow, na Escócia-- não produziu efeitos adversos sobre o grupo de voluntários.
Agora, o tratamento poderá ser testado em um número maior de pessoas.
A equipe de pesquisadores, da Escola de Medicina da Universidade de Glasgow, espera que as células-tronco auxiliem o organismo a reparar o tecido cerebral danificado pelo derrame.
O chefe da equipe, Keith Muir, disse à BBC que estava satisfeito com os resultados obtidos até agora.
"Temos de estar satisfeitos em relação à segurança antes de podermos continuar testando os efeitos dessa terapia", afirmou.
"Como é a primeira vez que esse tipo de terapia com células é usado em humanos, é importante que determinemos que há segurança para podermos seguir em frente. Agora temos permissão para testar uma dose maior de células."
Um idoso foi a primeira pessoa no mundo a receber o tratamento, no ano passado. Desde então, a técnica foi testada em outros dois pacientes.

TESTES GLOBAIS

Os pacientes receberam doses muito pequenas de células-tronco, em testes cujo objetivo era avaliar quão seguro é o procedimento.
No próximo ano, um grupo com no máximo nove pacientes receberá doses progressivamente maiores --também, inicialmente, para testar a segurança da técnica.
Os médicos também vão usar os testes clínicos para avaliar a melhor forma de medir quão efetivo é o tratamento. Essa medição da eficácia será essencial quando começaram os testes com um número ainda maior de pessoas, daqui a um ano e meio.
Cada vez mais testes clínicos regulamentados de tratamentos usando células-tronco são realizados no mundo.
Entre eles, estão testes iniciados no ano passado pela empresa americana Geron para o desenvolvimento de um tratamento para paralisia.
Os tratamentos estão em fase inicial, e é provável que muitos anos se passem até que eles sejam oferecidos à população em geral.
Segundo estimativas feitas em 2001 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), acidentes vasculares cerebrais são responsáveis por 5,5 milhões de mortes anualmente.
De acordo com estatísticas de outras entidades, derrames cerebrais seriam a terceira causa de morte mais comum no mundo, superados apenas por problemas cardíacos e todos os tipos de câncer combinados.
Os testes clínicos para terapias que usam células-tronco no tratamento de pacientes que sofreram derrames cerebrais estão sendo feitos pela companhia Reneuron Group plc, com sede no Reino Unido.
O diretor da empresa, Michael Hunt, disse que ainda há um longo caminho a percorer na busca por um tratamento. Segundo ele, se tudo correr muito bem, a previsão mais otimista é de que o tratamento esteja disponível no mercado dentro de cinco anos.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Cisto ganglionar





Trata-se de um cisto sinovial originário do revestimento sinovial da bainha do tendão ou da articulação. É mais comum na região radial dorsal do punho, mas pode ser encontrado na região volar. Origina-se na parte profunda da articulação e pode ser sintomático antes de ser visível na superfície. É similar a uma bola plástica cheia de um líquido espesso, podendo ser duro ou de consistência gelatinosa, pode ou não ser doloroso, e pode aumentar ou diminuir de volume espontaneamente.    A origem normalmente é a área do ligamento escafossemilunar. Os cistos ganglionares são transparentes, o que ajuda a confirmar o diagnóstico.

CAUSAS

Acredita-se que a principal causa seja devido a movimentos repetitivos do punho com hiperextensão e vigorosa, mas sabe-se que pode ser causado também como conseqüência de uma artrose, traumatismo, ou mesmo sem razão específica, onde ocorre uma dilatação patológica da membrana sinovial de algum tendão que armazena a sinóvia, um líquido lubrificante que permite um melhor deslizamento dos tendões, dentro de suas respectivas bainhas. Estes líquidos lubrificantes contêm proteínas especiais que os fazem espessos fazendo com que nosso corpo tenha muita dificuldade em absorvê-los. O corpo tenta absorver estes líquidos, mas consegue apenas absorver sua água, tornando o cisto mais e mais espesso.

TRATAMENTO

O tratamento é a punção do cisto com agulha. As recidivas são variáveis. Nos adultos, sugerem-se as aspirações múltiplas, com índices de sucesso entre 51 e 85%. Caso as aspirações múltiplas não sejam bem sucedidas e os cistos recorram, podem ser retirados cirurgicamente.
O uso de órtese de imobilização é recomendado para deixar o punho em repouso, principalmente durante a noite. Pode ser utilizada a aplicação de cortisona, substância de ação local, irritante, e que promove um efeito “selante” na falha da capa do punho, o que diminui a inflamação. A dor é a indicação da necessidade do tratamento.

REFERÊNCIAS:

PRENTICE W. E, VOIGHT M. L. Técnicas em reabilitação musculoesquelética. ed. Artmed. Porto Alegre. 2001.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Síndrome da dor femoropatelar


A síndrome da dor femoropatelar (SDFP) é uma patologia caracterizada por uma estabilidade patelar e seu desenvolvimento é multifatorial, podendo ser provocada pelos seguintes fatores: pelve alargada, geno valgo, tubérculo tibial localizado lateralmente, patela alta, retináculo capsular medial frouxo, músculo vasto medial oblíquo insuficiente, retináculo capsular lateral retraído, pronação subtalar excessiva, retrações musculares, dentre outros.
Pacientes com a SDFP têm sintomas característicos relativamente comuns. Queixam-se de dor não-específica na porção anterior do joelho. Como não é fácil determinar um ponto específico, deve-se ter certeza de que a dor é real. A dor parece aumentar ao subir ou descer escadas ou ao mover-se da posição agachada para ortostática. Os pacientes também queixam-se de dor quando ficam sentados durante longos períodos, relatos de joelho com falseio prováveis, embora geralmente nenhuma instabilidade esteja associada a esse problema. Ao avaliar a patomecânica da articulação femoropatelar é necessário analisar o alinhamento estático e dinâmico e a orientação da patela.





Alinhamento estático

Os estabilizadores estáticos da articulação femoropatelar atuam para manter o alinhamento apropriado da patela quando não há movimento. Os estabilizadores estáticos superiores são os músculos quadríceps (vasto medial, v. intermédio, v. medial, reto femoral). Lateralmente, os estabilizadores estáticos são o retináculo lateral, o vasto lateral e o trato iliotibial. Medialmente, são o retináculo medial e o vasto medial. Inferiormente, o ligamento patelar.

Alinhamento dinâmico

O alinhamento dinâmico da patela é avaliado durante as atividades funcionais. Pode ser influenciado por fatores de controle muscular ou anatômicos. É essencial compreender que ambas as estruturas, estática e dinâmica, devem criar o equilíbrio de forças na região do joelho. Qualquer alteração nesse equilíbrio pode produzir o percurso impróprio da patela e a dor femoropatelar.

Ângulo Q aumentado

O ângulo Q é formado por uma linha imaginária que vai da espinha ilíaca ântero-superior até o centro da patela. Uma segunda linha, do tubérculo tibial até o centro da patela e cruza com a primeira linha, forma o ângulo Q, que em homens é considerado normal entre 10 e 12°, em mulheres, um pouco maior, entre 15 e 17°. Pode ser aumentado pelo deslocamento lateral da tuberosidade da tíbia, pela torção tibial externa ou pela anteversão do colo do fêmur. esse ângulo é uma medida estática e pode não ter correlação direta com a dor femoropatelar. Todavia, do ponto de vista dinâmico, quando aumentado pode incrementar a força do vetor valgo lateral, estimulando o percurso lateral e resultando em dor femoropatelar.








Insuficiência do vasto medial obliquo

O vasto medial obliquo (VMO) atua como estabilizador ativo e dinâmico da patela.  Em geral é tonicamente ativo na eletromiografia ao longo de toda a amplitude de movimento. No caso de indivíduos com dor femoropatelar, sua atividade é fásica, e tendem a perder resistência a fadiga.
É muito comum em pacientes com SDFP o desalinhamento ou insuficiência do vasto medial em relação ao vasto lateral (VL), que resulta em hipotrofia e diminuição da força desse músculo, desequilíbrio entre os componentes laterais e mediais do quadríceps e aumento das forças de reação e compressão femoropatelares. No momento em que há este desequilíbrio, sendo o VL mais ativo, a inclinação lateral ou o percurso lateral da patela pode ocorrer dinamicamente.




Pronação excessiva

A pronação excessiva pode ser decorrente de deformidades estruturais dos pés. Ocorre eversão subtalar e adução excessivas e rotação interna obrigatória da tíbia, aumento da rotação interna do fêmur e, portanto, aumento da força do vetor valgo lateral no joelho, que estimula o percurso lateral da patela.

Retração dos músculos isquiotibiais

A retração dos isquiotibiais causa aumento da flexão do joelho. Quando o calcanhar toca o solo, deve haver um aumento da flexão dorsal na articulação talocrural. O movimento excessivo da articulação subtalar pode ocorrer para permitir a flexão dorsal necessária, esse movimento produz pronação excessiva com aumento concomitante da rotação interna da tíbia e o conseqüente aumento na força do vetor valgo lateral.

Retração do músculo gastrocnêmio

A tensão do gastrocnêmio não permite os 10° de flexão dorsal necessários para a marcha normal. Mais uma vez, essa tensão produz movimento subtalar excessivo, aumento da rotação interna da tíbia e aumento na força do vetor valgo lateral.

Patela alta

No caso da patela alta, a razão entre o comprimento do ligamento patelar e a altura da patela é maior do que a razão normal de 1:1. Na patela alta, o comprimento do ligamento patelar é 20% maior do que a altura da patela. Isso cria uma situação em que é necessária maior flexão antes de a patela assumir posição estável dentro do sulco da tróclea, assim sendo, existe uma tendência maior de subluxação lateral.






Tratamento

Na prática clínica, o tratamento conservador da SDFP, objetiva o fortalecimento da musculatura adutora com o objetivo de diminuição do valgo do joelho, além do fortalecimento seletivo do VMO com o propósito de manter o equilíbrio das forças mediais e laterais que atuam sobre a patela e restabelecer a função normal da articulação femoropatelar, assim contribuir na manutenção do seu alinhamento, já que o vasto medial é o primeiro do grupo quadríceps femoral a perder força nos pacientes com SDFP e o que mais tardiamente responde aos efeitos da reabilitação.
A eletrotermofototerapia também é bastante usada para analgesia e ação antiinflamatória. A eletro-estimulação por Corrente Russa tem se mostrado bastante eficaz no recrutamento de unidades motoras do VMO, sendo uma importante ferramenta no tratamento da SDFP.
Outro recurso, ainda pouco utilizado especificamente para esta patologia, é a confecção de palmilhas ortopédicas, com o auxílio da baropodometria, para diminuição da influência de deformidades estruturais do pé.


Referências

BEVILAQUA-GROSSI D., et al. Avaliação eletromiográfica dos músculos estabilizadores da patela durante exercício isométrico de agachamento em indivíduos com síndrome da dor femoropatelar. rev. Bras Med Esporte. v. 3. nº 11. 2005
SILVA L., et al. Atividade eletromiográfica do músculo vasto medial oblíquo após estimulação elétrica neuromuscular. rev. Terapia Manual. 2011; v. 9. nº 42. 2011.
PRENTICE W. E, VOIGHT M. L. Técnicas em reabilitação musculoesquelética. ed. Artmed. Porto Alegre. 2001.

domingo, 20 de novembro de 2011

Presidente Dilma lança programas que incluem os fisioterapeutas

          
           Melhorar o atendimento nos hospitais e domiciliar é um dos desafios que a presidente do Brasil encontrou desde o início do seu governo. Entre outras medidas, Dilma Rousseff acaba de anunciar a criação de dois programas importantes para a saúde pública brasileira. O “Melhor em Casa” prevê atendimento domiciliar a pacientes que não precisam ficar internados, cuja intenção é diminuir a demanda de atendimentos em hospitais. As mil equipes serão compostas por médicos, fisioterapeutas, técnicos em enfermagem e enfermeiros. A previsão de investimento é de R$ 1 bilhão e estima-se que os grupos de trabalhos sejam formados até 2014.  

       As equipes serão contratadas por gestores locais, por isso, é importante a adesão dos Estados e municípios, incluindo o Distrito Federal. "Esse é um aprendizado da medicina nos últimos anos: nós aprendemos no dia a dia, percebemos que alguns dos procedimentos que tradicionalmente são realizados dentro dos hospitais poderiam ser realizados dentro de casa com melhor resultado, (...) vendo a pessoa como ser humano", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

       Segundo o ministro, a iniciativa poderá reduzir, por exemplo, os números de infecções hospitalares. Padilha ainda destacou que o ministério ficará responsável por todas as despesas do programa. A previsão é de que 110 equipes sejam cadastradas ainda neste mês, sendo que a média de atendimento mensal de cada uma delas será de 60 mil pacientes. O ministro da Saúde anunciou ainda a assinatura de portaria com o Ministério de Energia que prevê isenção total de tarifa de energia em residências onde existam equipamentos médicos que necessitem de eletricidade.

       Para o presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), Roberto Cepeda, a inclusão de fisioterapeutas no programa representa uma grande conquista para a categoria.

          O “SOS Emergência”, por sua vez, tem como meta qualificar os maiores hospitais de urgência e emergência do Brasil. A meta é atingir 40 unidades de atendimento até 2014. Entre outros benefícios, o programa destinará para cada hospital, anualmente, R$ 3,6 milhões para ampliação e qualificação do atendimento. Há ainda uma verba adicional de até R$ 3 milhões por hospital para compra de equipamentos e reformas. A ideia é criar comitês de qualidade nos hospitais para reformular e agilizar o atendimento, por exemplo. "Queremos entrar em campo com os trabalhadores de saúde para apoiar quem quer fazer mudanças", disse Padilha.

Fonte: www.coffito.org.br
           www.brasil.gov.br

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Desrespeito dos CREFITOs aos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais!

Todo profissional, independente de sua área de atuação, almeja um bom emprego, que seja seguro e lhe dê uma estabilidade. Atualmente a melhor alternativa tem se tornado os concursos públicos, os quais muitas vezes têm desrespeitado algumas leis trabalhistas em seus editais, como por exemplo, a carga horária estabelecida para cada profissional.
Como este blog é voltado para a área da saúde, principalmente a fisioterapia, a crítica será voltada para os conselhos regionais de fisioterapia e terapia ocupacional (CREFITO), que deveriam fiscalizar todas as atividades que envolvem os direitos de sua classe.
Tenho acompanhado durante o ano os concursos abertos com vagas para fisioterapeutas e percebi que em muitos deles há definição carga horária de 40h semanais para cargo de fisioterapeuta, quando segundo a Lei nº 8.856, de 1º de março de 1994, a carga horária estabelecida para o cargo é de 30h semanais. Seria responsabilidade dos conselhos regionais fiscalizarem e notificarem os responsáveis pelos concursos para que possa ser reajustada sua jornada de trabalho, como fez o CREFITO-12 este ano quando notificou as prefeituras de Pacajá – PA e Xambioá – TO.
Infelizmente a maioria dos conselhos regionais não tem se preocupado, não tendo cumprido corretamente sua função, sendo que a cada dia mais concursos tem estabelecido cargas horárias impróprias e com salários indignos para os fisioterapeutas. Talvez isto aconteça por falta de conhecimento das nossas leis trabalhistas, pois este ano três conselhos regionais (CREFITO-3/SP, CREFITO-6/CE-PI e CREFITO-13/MS), estando dois ainda em aberto, lançaram editais de concurso para vaga de fiscal fisioterapeuta com carga horária de 40h semanais, o que é um absurdo, pois como um órgão que foi criado justamente para fiscalizar e fazer cumprir as leis e resoluções vinculadas às profissões descumpre uma destas leis?!
Para quem não lembra ou desconhece as competências de um conselho regional, vou postá-las aqui:
  • Fiscalizar o exercício profissional;
  • Expedir a carteira de identificação profissional;
  • Cumprir e fazer cumprir as leis, resoluções, decretos e normas vinculadas às profissões;
  • Ser um mediador regional de ética;
  • Estimular o reconhecimento profissional participando de eventos para falar das profissões, apoiando e estimulando os eventos;
  • Apoiar e estimular as entidades de classe.
As vezes eu me pergunto, e gostaria de deixar aqui esta pergunta: Até quando nossa classe vai ser tão desunida que até mesmo nossos conselhos regionais não se importam com nossos interesses? Algo precisa ser feito!

Referências:

www.coffito.org.br
www.crefito12.org.br
www.fisioconcurso.com.br

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aprovado novo Piso Salarial para Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais!


PL nº5979/2009 é aprovado

A reunião da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), realizada nesta quarta-feira (19), encerrou com um balanço positivo. Durante o encontro, foi aprovado o Projeto de Lei nº 5979/2009, do deputado Mauro Nazif, que acrescenta dispositivo à Lei nº 8.856, de 1º de março de 1.994, a fim de dispor sobre o piso salarial dos profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais (fixa em R$ 4.650,00).
Agora, a matéria seguirá para apreciação da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP). Posteriormente, deverá ser apreciada ainda pelas Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). 
O relator do projeto, deputado Paulo César (PR-RJ) defendeu que a medida irá assegurar as condições dignas para aperfeiçoamento da qualidade das atividades dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Além disso, ressaltou a importância da promoção, prevenção e preservação da saúde de todos os brasileiros.

Fonte: www.coffito.org.br